quinta-feira , 18 Janeiro 2018
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“LIXÃO DO CAIC: A VERDADEIRA REALIDADE”

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Lixão do Caic, zona Sul de Ilhéus.. Foto: Nilson Pessoa.

Na última quarta-feira (03), o Ilhéus24h lançou uma matéria com relatos feitos pelo secretário de serviços urbanos de Ilhéus, Jorge Cunha, sobre a reponsabilidade de empresas privadas em relação aos entulhos da cidade, sobretudo na região sul. “ENTULHO ACUMULADO NA ZONA SUL DE ILHÉUS É DE RESPONSABILIDADE DE EMPRESA PRIVADA”, afirmou Cunha.

Nilson Pessoa, leitor assíduo do Blog Ilhéus24h, encaminhou nesta sexta-feira (05) outra versão sobre o lixão da zona sul, especialmente aquele alojado na Escola Caic.

Com a palavra, Nilson Pessoa:

“Foi com revoltante surpresa que li matéria veiculada neste prestigiado site de notícias, dia 03/01/18, sob o título “‘Entulho acumulado na zona sul de Ilhéus é de responsabilidade de empresa privada’, afirma secretário Jorge Cunha”. No corpo da matéria, diz-se que o Sr. Secretário mencionou que o lixão ao lado do CAIC estava “eliminado”.
Pouco importa se o Sr. Secretário e sua assessoria se confundiram ou estão desinformados, o fato é que o famoso lixão, que antes era vizinho ao CAIC, hoje invade, literalmente, aquele centro educacional. Sim, isso mesmo, o lixão já ocupa as dependências do colégio, em virtude do alambrado do terreno estar apodrecido. 
Esse inacreditável depósito de lixo a céu aberto em plena zona residencial e escolar existe há mais de vinte anos e, até o presente momento, nenhum gestor municipal teve competência ou vontade política para, de fato, eliminá-lo.
Não sou especialista no assunto, mas sou um cidadão de bem que paga os impostos em dia e tem uma massa encefálica ativa e produtiva. Ao meu ver, não há outra solução diferente de urbanizar/iluminar o local, orientar a população (ao contrário do que muita gente pensa, o lixo e entulho não são descartados pelos moradores das proximidades), proibir o descarte, fiscalizar e multar os infratores.
Parece que caiu no esquecimento, mas o lugar continua sendo foco potencial de doenças como dengue, zika, chicungunha, febre amarela, microcefalia e outras, além da presença constante de animais peçonhentos, roedores e cobras. Enfim, uma questão de saúde pública numa cidade que, há um ano, tem um médico como prefeito.
Suponhamos que esse escândalo transponha os limites da querida Ilhéus e chegue ao conhecimento de organismos como o Ministério da Educação, o UNICEF ou a OMS (Organização Mundial da Saúde). Vo

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